Spharion, obra de Lúcia Machado de Almeida, coleção vaga-lume, é um romance juvenil que envolve misteriosos ataques acontecidos na cidade de Diamantina, onde algumas pessoas aparecem mortas, com o símbolo FF em seus corpos, além do fato de que alguns moradores são hipnotizados quando um personagem misterioso aparece em cena. A cidade também é palco dos roubos da misteriosa figura, a quem denominam de Spharion. Dico, morador da cidade, é um menino super-dotado, que tem capacidade de sentir algumas coisas, ter visões de locais e acontecimentos. É com a ajuda dele e de um jornalista (que começa a namorar a irmã de Dico), que o Inspetor tenta resolver o mistério que envolve a cidade. Para tanto, precisam até fazer uma viagem a uma ilha que Dico vê em suas visões. No local, encontram muitas coisas estranhas, a
começar pelo modo de entrada: o barco onde estão é içado para cima da ilha. Lá,
os três começam a fazer descobertas e constatam que Spharion é um maluco que
pretende se utilizar de um conhecimento antigo envolvendo diamantes para
conseguir dominar o mundo, hipnotizando as pessoas. Enquanto eles ainda estavam
descobrindo o Grande Plano, Spharion retorna e ele e Dico se envolvem em um
combate sem violência física: disputam para ver quem é o melhor no controle da
mente. De repente, Spharion é arremessado para dentro do mar e os tubarões o
matam, acabando assim com a ameaça que existia não só sobre a cidade de
Diamantina como em todo o mundo.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Tamanho 42 não é gorda - Meg Cabot
Heather Wells é uma ex-cantora, que fizer grande sucesso em sua juventude, mas que agora, aos vinte e oito anos de idade, abandonada pelo namorado e, como todos gostam de lembrar, com alguns quilinhos a mais, é diretora-assistente de um conjunto residencial estudantil. Enquanto Heather está experimentado algumas peças de roupa e está indignada com o fato de que os fabricantes diminuíram em dois a numeração das roupas para que as pessoas que usam 42 não se sintam mal, um acontecimento está se desenrolando em seu ambiente de trabalho: uma jovem é encontrada no poço do elevador da escola, sendo que a polícia, depois de examinar o local, constata que ela cometeu suicídio. O fato até poderia ser coerente se a menina que se jogou não fosse uma caloura bem comportada que, no entender de Heather, não faria uma coisa tão estúpida quando “surfar” nos elevadores. Além disso, depois desse episódio, mais uma jovem é encontrada morta da mesma forma. Heather começa a desconfiar de que as mortes não foram, afinal, suicídio. Com a ajuda de Cooper, o dono do prédio onde mora e irmão de seu ex-namorado, que trabalha como detetive, ela tenta desvendar o mistério, mas parece que ninguém a leva muito a sério. Pelo menos, não até ela ser vítima de dois atentados onde escapou por pouco de morrer. Tudo para descobrir que a diretora, sua chefe,
era uma psicopata que usara, outrora, manequim 42. Rachel, como era seu nome,
era apaixonada pelo filho do reitor e havia matado as meninas que tinham se
aproximado dele. Heather e uma amiga sua acabam escapando por pouco de serem
assassinadas e Rachel é levada a julgamento pelos crimes que cometeu. No final,
Heather decide que não tem problema nenhum em usar manequim 42 e, ao invés de
se preocupar com a sihlueta, ela se dedica a adquirir conhecimentos.
Outras obras da autora:
A garota americana - resumo
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
As Esganadas - Jô Soares
As Esganadas, de Jô Soares, retrata o Rio de Janeiro na época do presidente Getúlio Vargas, tendo como personagens Tobias Esteves, ex-delegado português, dono de uma rede de produtos portugueses no Brasil, o delegado Noronha, seu assistente Calixto e uma jornalista, Diana. O grupo se vê envolvido em um grande mistério: assassinatos estão acontecendo, e o psicopata que os executa segue um estranho padrão onde as vítimas são sempre mulheres gordas que são seqüestradas por ele ou induzidas a comer alguns quitutes, sendo que ele as assassina em seguida, enchendo seus estômagos com os ingredientes de famosas receitas portuguesas, sendo que elas morrem esganadas. As vítimas, aparentemente, não possuem nenhum outro vínculo, o que torna mais difícil ainda estabelecer um padrão para pegar o assassino. Se isso ainda não bastasse, ele é cuidadoso, nunca deixa impressões digitais.
Fato estranho, que só é levado em consideração depois de vários crimes terem sido cometidos. Tal descoberta leva ao astuto Esteves identificar uma rara doença que faz com que seus portadores não tenham impressão digital. Cabe ao grupo, agora descobrir quem é o responsável, e qual não a surpresa dos mesmos ao constatar que o responsável pelos assassinatos era o dono da mais respeitada funerária do Rio de Janeiro que fora, após as mortes, contratada para efetuar os enterros. Caronte, como era seu nome, tinha um profundo ódio por sua mãe, a qual havia assassinado. A mesma era obesa e, Caronte, constatou que matá-la não era suficiente para ele. Toda vez que se deparava com uma mulher obesa na rua, se lembrava dela e tinha ímpeto de matar, assim o fazendo. Apesar das dificuldades, Esteves consegue desmascará-lo, mas levá-lo à justiça é outra história: o psicopata prefere se suicidar jogando-se dentro de um caldeirão que estava preparado para a próxima vítima.
Fato estranho, que só é levado em consideração depois de vários crimes terem sido cometidos. Tal descoberta leva ao astuto Esteves identificar uma rara doença que faz com que seus portadores não tenham impressão digital. Cabe ao grupo, agora descobrir quem é o responsável, e qual não a surpresa dos mesmos ao constatar que o responsável pelos assassinatos era o dono da mais respeitada funerária do Rio de Janeiro que fora, após as mortes, contratada para efetuar os enterros. Caronte, como era seu nome, tinha um profundo ódio por sua mãe, a qual havia assassinado. A mesma era obesa e, Caronte, constatou que matá-la não era suficiente para ele. Toda vez que se deparava com uma mulher obesa na rua, se lembrava dela e tinha ímpeto de matar, assim o fazendo. Apesar das dificuldades, Esteves consegue desmascará-lo, mas levá-lo à justiça é outra história: o psicopata prefere se suicidar jogando-se dentro de um caldeirão que estava preparado para a próxima vítima.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Cartas na Mesa - Agatha Christie
Mr. Poirot, investigador belga, se vê mais uma vez envolvido em um interessante mistério envolvendo a morte do Mr. Shaitana, um homem esnobe que acreditava que poderia acuar um assassino ao colocá-lo em uma ambiente com quatro pessoas capazes de solucionar crimes. O que Shaitana não esperava é que o(a) assassino(a) poderia querer se aproveitar de um momento de distração para se livrar dele, sendo que realmente aconteceu. As quatro pessoas que se encontravam na sala durante o período em que a vítima esteve lá, estavam sob suspeita. A partida de bridge, na qual em várias rodadas algum dos jogadores ficava sem participar, propiciou a distração e a oportunidade para que o crime fosse cometido. Cabe aos inspetores, a Mr. Poirot e Mrs. Oliver
(autora de romances policiais) que estão presentes na cena, descobrir, atrás de
investigações do passado dos suspeitos, fatos que possam indicar que algum
deles tenha sido responsável pela morte do anfitrião. Entretanto, as provas
disponíveis para serem analisadas não são muitas: somente a arma do crime e a
personalidade de cada um dos envolvidos que Poirot tenta compreender através de
sua abordagem pouco convencional ao tentar reconstruir todos os momentos do
jogo, com cada acontecimento. Assim, apesar das reviravoltas e enganos,
descobrem que existe uma pessoa muito perigosa que está a solta, cometendo
crimes e tentando incriminar outras.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Corrente Crítica - Eliyaju M. Goldratt
O livro Corrente Crítica, do mesmo autor de A Meta, nos trás o dia-a-dia de uma universidade que enfrenta alguns problemas em relação a queda do número de alunos que procuram o curso. Para tentar minimizar esse efeito, a reitora da universidade decide adiar algumas promoções de professores. Richard Silver, professor da disciplina de Gerenciamento de Projetos, vê seu cargo ameaçado e na tentativa de manter o mesmo ele se propõe a tentar implementar alguns dos conhecimentos que vem adquirindo em sala de aula. Seus alunos, a maioria gerentes de grandes empresas, procuram soluções para seus problemas de gerenciamento e acabam por trazer diversas situações para dentro da sala de aula que são analisadas e das quais podem ser tiradas aprendizagens que auxiliem no dia-a-dia da empresa, diminuindo o período de projetos ao permitir
que, através de uma nova visão, os alunos identifiquem as restrições, ou
gargalo, da empresa e procurem planejar o desenvolvimento das atividades a
partir dessa restrição. Dessa forma, novos conhecimentos são formulados e com a
ajuda de outros professores que também se interessam pelo curso, Rick consegue
trazer uma nova abordagem para problemas antigos que afligem várias empresas.
No decorrer dessas discussões realizadas em sala de aula e com colegas de
trabalho, surge um novo conceito: corrente crítica, ou seja , “a cadeia de
etapas que a restrição”.
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