domingo, 25 de dezembro de 2011

O Dia da Caça - James Patterson

   Um romance eletrizante de James Patterson, cujo título é O Dia da Caça, trás um cenário aterrador: famílias inteiras são assassinadas em suas casas, torturadas, algumas colocadas dentro de caldeirões, ou decapitadas. Os assassinos: um homem enorme, a quem todo mundo chama de Tiger e um bando de meninos que trabalham como assassinos de aluguel. Uma das vítimas é a ex-namorada do detetive Alex Cross que, ao descobrir o crime, promete a si mesmo se vingar dos culpados. Ao investigar o motivo do crime, Alex consegue estabelecer uma conexão: a vítima estava pesquisando sobre facções da África que trabalhavam como assassinos de aluguel em várias partes do mundo. Enquanto Alex ainda está tentando desvendar o mistério, outras famílias são dizimadas e ele decide então partir para a África e acompanhar de perto os movimentos do assassino. Qualquer que fosse o cenário que ele espera encontrar, certamente não era o que ele teve contato. O clima era de uma revolta, ameaçando uma guerra civil. Tropas rebeldes estupravam, assassinavam pessoas, saqueavam e queimavam aldeias. Crianças eram aliciadas para as facções e eram treinadas para serem matadores. Cross, ao chegar lá, foi recepcionado de forma pouco amigável: preso e torturado, Alex recebe a mensagem de que deve abandonar sua missão e voltar aos Estados Unidos. Inflexível, ele continua tentando desvendar o mistério e, mais tarde, consegue uma fonte preciosa de informações: uma jornalista que teve seu irmão assassinado e que vingança. 
   Ela lhe conta tudo o que sabe e pede que ele nunca revele esses fatos aos torturadores, porque se forem revelados, ele acabará morto pelos poderosos. Os dois são raptados e Tiger, que estava por trás de tudo, mata a jornalista mas libera o americano, que é extraditado para os Estados Unidos. Ao chegar lá, ele tem sua família raptada e ele próprio é seqüestrado, mas não revela seu segredo. Essa é sua sorte, porque uma das pessoas em quem ele acredita, estava envolvida com um grande plano de corrupção e só depois que Alex consegue reunir as provas contra ele, é que realmente revela seu conhecimento. Sua família lhe é devolvida e os poderosos, dentre os quais um dos chefões da CIA são presos.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Tráfico de Anjos - Luiz Puntel

   O romance juvenil de Luiz Puntel, cujo nome é Tráfico de Anjos, nos trás uma história chocante envolvendo o seqüestro de bebês recém-nascidos para sua comercialização no exterior. O comércio ilegal começa a chamar atenção quando, uma morena desconhecida consegue levar um dos bebês da maternidade de um hospital. O fato vira notícia e o repórter designado para cobrir o caso, Aquiles, se vê envolvido com Flávia, a irmã do bebê. Dispostos a encontrar o menino, os dois tentam de tudo, até pedir ajuda a taxistas. E é a partir daí que começam a ter algumas informações interessantes, mas que depois se revelam falsas. Outra forma de tentar encontrar alguma vitima foi colocar uma pessoa como voluntária no hospital para tentar identificar alguma mãe que havia sido procurada pela quadrilha e que esteja disposta a testemunhar para prender as integrantes da mesma. Assim, quando uma das mães é localizada, o plano é colocado em ação e no dia em que a criança seria entregue, a polícia consegue prender o casal que fazia o papel de intermediário de negócio. O homem já era fichado na polícia e a mulher, sua namorada, alegou que fora abrigada a participar do esquema. Assim, em troca de uma pena mais leve, ela concorda me simular uma entrega para que as receptoras fossem filmadas e presas em flagrante. No orfanato onde seria entregue a criança, uma irmã atende à campainha e, com a desculpa de que o dia está bastante quente, as negociações são efetuadas no jardim, onde a cena é filmada e a irmã é presa em flagrante. Ao ser confrontada, ela revela o paradeiro do bebê roubado do hospital e também denuncia a mulher que era a chefe da quadrilha, sendo que ambas já possuíam um histórico de tráfico de crianças. Flávia e seus pais conseguem encontrar o bebê e ele volta para os braços de sua verdadeira família.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Spharion - Lúcia Machado de Almeida

   Spharion, obra de Lúcia Machado de Almeida, coleção vaga-lume, é um romance juvenil que envolve misteriosos ataques acontecidos na cidade de Diamantina, onde algumas pessoas aparecem mortas, com o símbolo FF em seus corpos, além do fato de que alguns moradores são hipnotizados quando um personagem misterioso aparece em cena. A cidade também é palco dos roubos da misteriosa figura, a quem denominam de Spharion. Dico, morador da cidade, é um menino super-dotado, que tem capacidade de sentir algumas coisas, ter visões de locais e acontecimentos. É com a ajuda dele e de um jornalista (que começa a namorar a irmã de Dico), que o Inspetor tenta resolver o mistério que envolve a cidade. Para tanto, precisam até fazer uma viagem a uma ilha que Dico vê em suas visões. No local, encontram muitas coisas estranhas, a começar pelo modo de entrada: o barco onde estão é içado para cima da ilha. Lá, os três começam a fazer descobertas e constatam que Spharion é um maluco que pretende se utilizar de um conhecimento antigo envolvendo diamantes para conseguir dominar o mundo, hipnotizando as pessoas. Enquanto eles ainda estavam descobrindo o Grande Plano, Spharion retorna e ele e Dico se envolvem em um combate sem violência física: disputam para ver quem é o melhor no controle da mente. De repente, Spharion é arremessado para dentro do mar e os tubarões o matam, acabando assim com a ameaça que existia não só sobre a cidade de Diamantina como em todo o mundo.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Tamanho 42 não é gorda - Meg Cabot

   Heather Wells é uma ex-cantora, que fizer grande sucesso em sua juventude, mas que agora, aos vinte e oito anos de idade, abandonada pelo namorado e, como todos gostam de lembrar, com alguns quilinhos a mais, é diretora-assistente de um conjunto residencial estudantil. Enquanto Heather está experimentado algumas peças de roupa e está indignada com o fato de que os fabricantes diminuíram em dois a numeração das roupas para que as pessoas que usam 42 não se sintam mal, um acontecimento está se desenrolando em seu ambiente de trabalho: uma jovem é encontrada no poço do elevador da escola, sendo que a polícia, depois de examinar o local, constata que ela cometeu suicídio. O fato até poderia ser coerente se a menina que se jogou não fosse uma caloura bem comportada que, no entender de Heather, não faria uma coisa tão estúpida quando “surfar” nos elevadores. Além disso, depois desse episódio, mais uma jovem é encontrada morta da mesma forma. Heather começa a desconfiar de que as mortes não foram, afinal, suicídio. Com a ajuda de Cooper, o dono do prédio onde mora e irmão de seu ex-namorado, que trabalha como detetive, ela tenta desvendar o mistério, mas parece que ninguém a leva muito a sério. Pelo menos, não até ela ser vítima de dois atentados onde escapou por pouco de morrer. Tudo para descobrir que a diretora, sua chefe, era uma psicopata que usara, outrora, manequim 42. Rachel, como era seu nome, era apaixonada pelo filho do reitor e havia matado as meninas que tinham se aproximado dele. Heather e uma amiga sua acabam escapando por pouco de serem assassinadas e Rachel é levada a julgamento pelos crimes que cometeu. No final, Heather decide que não tem problema nenhum em usar manequim 42 e, ao invés de se preocupar com a sihlueta, ela se dedica a adquirir conhecimentos.

Outras obras da autora:
Ela foi até o fim - resumo 
A garota americana - resumo

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

As Esganadas - Jô Soares

   As Esganadas, de Jô Soares, retrata o Rio de Janeiro na época do presidente Getúlio Vargas, tendo como personagens Tobias Esteves, ex-delegado português, dono de uma rede de produtos portugueses no Brasil, o delegado Noronha, seu assistente Calixto e uma  jornalista, Diana. O grupo se vê envolvido em um grande mistério: assassinatos estão acontecendo, e o psicopata que os executa segue um estranho padrão onde as vítimas são sempre mulheres gordas que são seqüestradas por ele ou induzidas a comer alguns quitutes, sendo que ele as assassina em seguida, enchendo seus estômagos com os ingredientes de famosas receitas portuguesas, sendo que elas morrem esganadas. As vítimas, aparentemente, não possuem nenhum outro vínculo, o que torna mais difícil ainda estabelecer um padrão para pegar o assassino. Se isso ainda não bastasse, ele é cuidadoso, nunca deixa impressões digitais.

  Fato estranho, que só é levado em consideração depois de vários crimes terem sido cometidos. Tal descoberta leva ao astuto Esteves identificar uma rara doença que faz com que seus portadores não tenham impressão digital. Cabe ao grupo, agora descobrir quem é o responsável, e qual não a surpresa dos mesmos ao constatar que o responsável pelos assassinatos era o dono da mais respeitada funerária do Rio de Janeiro que fora, após as mortes, contratada para efetuar os enterros. Caronte, como era seu nome, tinha um profundo ódio por sua mãe, a qual havia assassinado. A mesma era obesa e, Caronte, constatou que matá-la não era suficiente para ele. Toda vez que se deparava com uma mulher obesa na rua, se lembrava dela e tinha ímpeto de matar, assim o fazendo. Apesar das dificuldades, Esteves consegue desmascará-lo, mas levá-lo à justiça é outra história: o psicopata prefere se suicidar jogando-se dentro de um caldeirão que estava preparado para a próxima vítima.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Cartas na Mesa - Agatha Christie

    Mr. Poirot, investigador belga, se vê mais uma vez envolvido em um interessante mistério envolvendo a morte do Mr. Shaitana, um homem esnobe que acreditava que poderia acuar um assassino ao colocá-lo em uma ambiente com quatro pessoas capazes de solucionar crimes. O que Shaitana não esperava é que o(a) assassino(a) poderia querer se aproveitar de um momento de distração para se livrar dele, sendo que realmente aconteceu. As quatro pessoas que se encontravam na sala durante o período em que a vítima esteve lá, estavam sob suspeita. A partida de bridge, na qual em várias rodadas algum dos jogadores ficava sem participar, propiciou a distração e a oportunidade para que o crime fosse cometido. Cabe aos inspetores, a Mr. Poirot e Mrs. Oliver (autora de romances policiais) que estão presentes na cena, descobrir, atrás de investigações do passado dos suspeitos, fatos que possam indicar que algum deles tenha sido responsável pela morte do anfitrião. Entretanto, as provas disponíveis para serem analisadas não são muitas: somente a arma do crime e a personalidade de cada um dos envolvidos que Poirot tenta compreender através de sua abordagem pouco convencional ao tentar reconstruir todos os momentos do jogo, com cada acontecimento. Assim, apesar das reviravoltas e enganos, descobrem que existe uma pessoa muito perigosa que está a solta, cometendo crimes e tentando incriminar outras.